quinta-feira, 6 de agosto de 2009

BARBALHA - Dados para Pesquisas II

Data da Criação

17/08/1846

Instalação

17/08/1846

Variação Toponímica

Freguesia do Santo Antônio de Barbalha

Origem Territorial

Crato

Arquitetura Antiga

Engenho Tupinambá, Casarão Hotel, Casa de Câmara, Cadeia Pública.

História

Suas origens remontam ao início do Século XVIII, quando por doação e em favor do patrimônio religioso no qual deveria ser edificada a primitiva capela, o Capitão Francisco Magalhães Barreto de Sá e sua mulher, D. Maria Polucena de Lima, destinam o lote de terras correspondente.
As terras, nas quais estaria encravada essa doação, consistiam na posse, antes adquirida em operação de compra e venda a Inácio de Figueiredo Adorno. Situavam-se no lugar conhecido por Sítio Barbalha, denominação esta que lembrava uma senhora cujo sobrenome Barbalha se fixara no respectivo sítio e que nada mais seria senão uma corruptela de Barbalho. Dada a sua localização, cujo centro geográfico indicava-a como sendo às margens do Riacho Salamanca, daria inicialmente ao povoado esta denominação, até que nos seus estágios evolutivos predominasse o locativo originariamente coesagrado.

Evolução Política

Reduto de origens feudais, cresceu e se tornou povoado, sua evolução política ocorreu da seguinte maneira:
Elevado à categoria de Distrito consoante Lei nº 374, de 17 de agosto de 1846;
Elevado à categoria de Município, por força da Lei nº 1.740, de 30 de agosto de 1876;
Conquista foros da Comarca (Lei nº 1.492, de 16/12/1872).

Igreja

A edificação da primitiva capela, em terreno doado e localizado conforme antes foi dito, teve como precedente formal requerimento do qual foi signatário o próprio Capitão Sá Barreto e até como destinatário o Padre Visitador Manuel Antônio da Rocha. Apreciado o documento e justificada socialmente a sua procedência, houve como resposta o deferimento do qual se geraria a Provisão, datada de 16 de junho de 1778 e firmado por D. Diogo de Jesus Jardim, donde provém o suscitado objeto, nele constando como padroeiro o casamenteiro Santo Antônio. Firmado o consenso de religiosidade, veio em termos de complemento básico a criação da Freguesia, ainda subordinada à Paróquia de Missão Velha. O seu paroquiato, desvinculando-a da subordinação anterior, provém do Decreto Imperial de 23 de julho de 1862, tendo como assistente eclesial o padre Castro e Silva, em permuta com o seu colega Francisco da Costa Nogueira. No cabide das sucessões, veio em primeiro turno o padre Manuel Lemos de Aquino, seguido do padre Manuel Roberto Sobreira, empossado a 22 de maio de 1859 em cuja administração edificou-se a Igreja-Matriz dedicada à Nossa Senhora do Rosário.

Padroeiro

Santo Antônio.

Dia

13 de junho

Fonte: www.municipios-ce.com.br/

BARBALHA: Historicamente contada por Napoleão Tavares Neves

-Diz – nos a Historia a mestra da vida que o Cariri foi visto pelo homem branco por volta de 1705, aproximadamente. Colonizadores, sergipanos, baianos, e portugueses aqui chegaram pelo Riacho dos Porcos e, deslumbrados, viram o Cariri panela da cachoeira de missão velha para eles deve ter sido um verdadeiro deslumbramento: muito verde, matas densas, rios cheios, fontes perenes água! Sinceramente ate tenho inveja deles por esta visão paradisíaca que infelizmente hoje não mais existe.

--Se vinham com fome fartaram se de tanta fruta a sombra de arvores seculares. Ao longe logo vislumbraram o verde azulado da chapada do Araripe, moldura da visão do Cariri. Era o paraíso encravado no sertão do nordeste um oásis de verdura, um verdadeiro pomar vigiado pelos aguerridos índios Cariris que com o desdobrar dos tempos deram nome a região.

--Ciumentos do paraíso em que moravam os índios nativos logo sentiram que os homens de pele branca vinham decididos a disputarem sua terra dadivosa e boa, tangida por uma aragem amena e refrescante. Ate então o seu cobiçado paraíso era disputado pelos seus irmãos Inhamuns e Carius, entre outros. Agora em vez de flechas, era a dureza do metal das balas dos colonizadores. Sim porque nem sempre o poder moderador dos missionários católicos era suficiente para amainar a belicosidade dos invasores sedentos de terras e de ouro. E no centro deste paraíso estava a região que seria Barbalha com o baixio do salamanca coberto de matas pouco a pouco o colonizador Souza Goulart
Começou a explorar os sítios pioneiros, lama, Brito e Salamanca.

--Quebrando a monotonia do baixio de terras planas havia uma ondulada colina onde, tempos depois foi instalada uma rústica hospedaria dirigida por uma senhora, dona Barbalha, que daria o nome da cidade que o futuro se encarregaria de trazer no bojo, mas Barbalha teria de nascer com ares de nobreza. Mem de Sá, vindo de terras férteis de Sergipe, seria no futuro o proprietário de um engenho de rapadura localizado as margens do riacho do ouro, mais ou menos onde hoje fica a praça engenheiro Doria, Francisco Magalhães Barreto e Sá ou Sá Barreto, para outros.

--No meu modesto, modo de entender, a certidão de nascimento de Barbalha é a petição de Francisco Magalhães Barreto e Sá e sua esposa Ana Polucena de Abreu e Lima, pedindo licença a igreja católica para construir uma capela em louvor de Santo Antonio, santo de sua devoção, no seu próprio sitio. Era março de 1778, Manoel Antonio da Roxa ou Rocha recebeu a petição que foi deferida pelo bispo de Pernambuco Dom Frei Diogo de Jesus Jardim, já que, aquela época, canonicamente dependia de Pernambuco.
--A dita capela fazia parte da histórica freguesia de São Jose dos Cariris Novos, ou Missão Velha. Pouco a pouco Francisco Magalhães foi erguido a capela que levou aproximadamente 10 a 12 anos para ser concluída sendo finalmente inaugurada na antevéspera de natal de 1790, pelo 4° pároco de São Jose dos Cariris Novos, Padre André da Silva.
Pois bem, em torno da capelinha primitiva, Barbalha nasceu e cresce ate hoje.
Já lá se vão 210 anos de vida antonina. Portanto mais de dois séculos! A paróquia só viria em 30 de agosto de 1876, desmembrada de São Jose dos Cariris Novos, Missão Velha. Portanto Barbalha e filha canônica de Missão Velha. E assim Barbalha vem caminhando ate este limiar do 3° milênio, com passos vagarosos, mas firmes, tendo hoje em torno de seus 55.000 habitantes no seu município com invejáveis tradições culturais.

Trecho do texto de:
Napoleão Tavares
Ano I n° 1 - Barbalha Ceara - Janeiro de 2001 - pagina 08

Fonte:www.barbalha.ce.gov.br/

Foto: Prof. Aldo Luna


BARBALHA - Dados para Pesquisas I

Dados Gerais:

CEP: 63180-000

Distância de Fortaleza: 503,4 km

Tempo estimado de viagem: 7 h 31 min

Vias de acesso: BR-116/CE-393/293

Região administrativa: 19

Localização: microrregião de Cariri

Municípios limítrofes: Crato, Jardim, Juazeiro do Norte, Missão Velha (e estado de Pernambuco)

Geografia:

Área: 479,184 km²

Latitude: 7° 18' 40''

Longitude: 39° 18' 15''

Clima: Tropical quente semi-árido brando com chuvas de janeiro a abril

Relevo: Chapada do Araripe

Vegetação: Carrasco, Floresta caducifólia espinhosa e Floresta subcaducifólia xeromorfa, Floresta subperenifólia tropical pluvionebular

Precipitação pluviométrica: 1.153 mm ( média histórica)

Recursos hídricos ( 2007): 153 poços

Demografia:

População estimada (2007): 50.386

População (2000): 47.031

População Urbana (2000): 30.669

População Rural (2000): 16.362

Densidade Demográfica (2000): 98,15 hab/km²

Taxa de urbanização (2000): 62,21%

Economia:

PIB ( 2005): R$ 204.980.000

Agropecuária: 5,19%

Indústria: 22,13%

Serviços: 72,68%

Receita Orçamentária (2007): R$ 52.369.464,38

Educação:

Taxa de alfabetização (2000): 76,1%

Taxa de escolarização no ensino fundamental (2007): 100,6%

Taxa de escolarização no ensino médio (2007): 64%

Política:

Eleitores (2006): 35.308

Perfil dos eleitores (2006):

Masculino: 16.643

Feminino: 18.605

Não informado: 60

Fonte: www.ceara.gov.br/

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Leonardo Boff em Entrevista

Fonte: http://blog.controversia.com.br/

Caros Internautas,

Por muita das vezes deixamos um "Texto" de lado, por motivo de sua extensão, mas pederia que a entrevista abaixo não tivesse esse destino, pela simples grandeza e tamanho de suas verdades.

Hildegardis Ferreira

Segue:

Luís Amiguet

Tenho 68 anos. Sinto o peso da idade, mas também o equilíbrio e a serenidade de ter vivido. Nasci no Brasil e é com dor que vejo a morte da Amazônia e de seus filhos. Deixei o sacerdócio porque o Vaticano me exigiu não humildade, que é virtude, mas humilhação, que é pecado. Resta-me a palavra.

EFE

La Vanguardia - Padre Boff…
Leonardo Boff - Não me chame de padre que o Vaticano não gosta.

LV - Como quer que o chame?
Boff - Como quiser. Eu sou o mesmo: mudei de trincheira para continuar a mesma batalha. Deixei o ministério, mas continuei como teólogo e nunca mais voltei a ter problemas com o Vaticano.

LV - Resuma sua vida em três cenas.
Boff - Nasci no Brasil, estudei teologia no seminário e tornei-me franciscano. Fui à Alemanha estudar teologia e voltei para a Amazônia…

LV - Lá a teologia crítica alemã lhe foi útil?
Boff - Agora imaginemos a primeira cena: estamos em Manaus, capital da Amazônia, e explico a um grupo de cristãos e sacerdotes o “Jesus na visão crítica da ciência”, e vejo em seus olhos que não entendem nada. Um deles me pergunta: “Como vou anunciar esse Jesus aos indígenas que morrem nas terras dos latifundiários porque as desmatam e acabam com eles e todo o seu mundo?” Então percebo que devo ser humilde e aceitar que devo reinventar a teologia a partir deles. Na cena seguinte estou em Roma, sentado na mesma sala onde estiveram Galileu Galilei e Giordano Bruno…

LV - A das causas da inquisição.
Boff - Ali, o então cardeal Ratzinger me processa e ali sinto muito fundo a dureza vaticana e sua falta de coração. A terceira cena: estamos na Eco 92 no Rio de Janeiro e saio de um diálogo com o Dalai Lama. Aproxima-se um cardeal da Cúria Romana e me critica: “Você não aprendeu nada do silêncio necessário…” “Pode escolher: Filipinas ou Coréia.”

LV - O senhor se negou a ir?
Boff - Obedeci, mas perguntei ao cardeal se lá poderia continuar falando, escrevendo, ensinando… E ele respondeu: “Não poderá, porque lhe ordenamos ficar em silêncio em um convento”.

LV - Então o senhor se negou a obedecer.
Boff - Porque já não se tratava de humildade, que é uma virtude, mas de humilhação, que é um pecado. Um teólogo só tem a palavra para continuar vivo, e negar-se a usá-la é morrer. Então abandonei o sacerdócio.

LV - O senhor mantém um ministério universal.
Boff - Sou um cigano teológico, mas convencido de continuar defendendo minha fé, que não é a única verdade. E nisso discordo de Roma.

LV - A verdade, segundo eles, é uma só: a deles.
Boff - O Vaticano afirma que sem a Igreja não há salvação, e isso é uma arrogância medieval: o espírito de Deus está em todas as partes e Deus, olhando a humanidade, vê todos os seus filhos; não olha só para o Vaticano.

LV - Para Roma isso é relativismo moral.
Boff - Roma tem medo do presente, da diversidade: tem medo da modernidade e do futuro. E se aceitasse que a centralidade não é a Igreja, mas a humanidade inteira, poderia realmente salvar o mundo.

LV - Como?
Boff - Superando o choque de culturas causado pelo terrorismo e os fundamentalismos. Teríamos de aceitar que nenhuma igreja é portadora da única verdade; só assim poderíamos chegar à paz duradoura.

LV - Todos temos algo de verdade, mas ninguém a tem inteira.
Boff - Antonio Machado explica isso bem: “Não me dê a sua verdade; busquemos juntos a verdade e guardemos a sua e a minha”.

LV - Se a verdade é única, anda sempre armada.
Boff - O Ocidente, com sua pretensão de impor a sua, que ele acredita única, levou guerra e exploração a muitos lugares, e o sistema que impôs ameaça devastar o planeta, o lar da humanidade.

LV - A Amazônia corre perigo.
Boff - O planeta está em perigo. Lembre que “homem” vem de húmus: terra. Somos a Terra, e se a destruirmos também não sobreviveremos: o papa no Brasil deveria ter-se pronunciado pela Terra.

LV - Essa é a mensagem de são Francisco.
Boff - Por isso continuo sendo franciscano. Francisco está mais vivo que nós, apesar de ter nascido há 800 anos.

LV - É o santo ecologista.
Boff - Francisco abraçou todos os seres da terra com emoção sincera. É o santo do diálogo com todos, começando pelo Irmão Lobo, então flagelo dos homens…

LV - E hoje espécie em extinção, o pobre.
Boff - Francisco soube ver a comunidade dos seres vivos e sua união inseparável entre todos e com a Terra. Não há felicidade possível se explorarmos os humanos e outras espécies. “Adão” vem de Adana, terra boa.

LV - Mas: “Povoem a Terra e a subjuguem”.
Boff - Esse “subjuguem” foi mal traduzido; no original bíblico refere-se a cuidar dela, no sentido de cuidar de uma herança. Tratamos a Terra como se fosse uma mina de onde tirar todas as riquezas e depois abandoná-la e esquecê-la. E a Terra somos nós.

LV - Sua mensagem para a rica Espanha?
Boff - Lembrem que vocês foram pobres, e hoje 20% da humanidade se apropriam de 80% das riquezas do planeta, que deveriam ser de todos.

LV - O que fazer?
Boff - Transformemos com a paz e a palavra esse sistema que explora a nossa Terra e faz que nos exploremos entre nós.

LV - Como?
Boff - Transformemos a nós mesmos; tomemos consciência e empurremos nossos governantes com nossa pressão e nossos votos e razões para evitar o sofrimento e a exploração do resto dos homens e das espécies. Se não o fizermos, por mais que tenhamos, não teremos nada.

A “teodiversidade”

Vejo em Leonardo Boff um homem sábio e bom, porque nele se sente a bondade, e se o outro grande teólogo malvisto em Roma, Hans Küng, falou aqui desde a inteligência bondosa, Boff dirige-se agora ao coração com a bondade inteligente. Seu discurso -moderno, como franciscano- sobre a biodiversidade ameaçada e a teodiversidade necessária para evitar o choque de civilizações é humilde, sincero, sentido e necessário. Boff, mais que separado do ministério, sente-se livre da imposição de defender o indefensável e entrega-se à sua fé como teólogo livre: nenhuma igreja é dona da única verdade; todas as religiões têm algo da verdade e nenhuma a tem inteira. Por isso é uma idiotice matar e matar-se para impor a nossa.

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

La Vanguardia

Banco católico pede desculpas por investir em armas, cigarros e pílulas

http://noticias.bol.uol.com.br/

Um banco católico alemão pediu desculpas por comprar ações de indústrias de armamentos, cigarro e pílulas anticoncepcionais.

Uma reportagem da revista alemã "Der Spiegel" revelou que o Pax Bank havia investido 580 mil euros (cerca de US$ 1,5 milhão) em ações da BAE Systems, empresa britânica de armamentos.

O banco também investiu 160 mil euros (cerca de R$ 425 mil) na fabricante americana de anticoncepcionais Wyeth e 870 mil euros (R$ 2,3 milhões) em empresas de cigarro.

Em nota, o Pax Bank pediu desculpas por "não manter seus padrões éticos". O banco fazia propagandas nas quais defendia fundos de investimentos "éticos", que evitavam comprar ações de empresas de armas e tabaco e outras companhias que não seguem princípios e crenças católicas.

"Nós vamos corrigir os erros imediatamente, sem consequências negativas para os nossos clientes", disse um porta-voz do banco.

"Infelizmente em algumas revisões internas estes investimentos críticos foram ignorados - nós nos arrependemos profundamente."

O porta-voz agradeceu aos jornalistas alemães por apontar os polêmicos investimentos do banco.


Servidores podem ser beneficiados com venda da folha salarial

A Câmara analisa o Projeto de Lei 5206/09, do deputado Uldurico Pinto (PMN - BA), que determina que o valor apurado na venda da administração da folha salarial de servidores públicos seja dividido entre estes, em partes iguais.

Na avaliação do autor da proposta, a venda da administração da folha salarial dos servidores públicos tem se mostrado um bom negócio para os entes federativos de todo o País.

Nos últimos quatro anos, destaca, para obter o direito de gerenciar as contas de pagamentos dos funcionários públicos, os bancos têm promovido "intensa disputa entre si e oferecido apreciáveis quantias" aos entes federativos por esse serviço.

Tais aquisições produzem carteira de clientes atraente para qualquer instituição financeira: correntistas com emprego e renda fixa, normalmente com bom padrão aquisitivo, que podem adquirir toda uma cesta de produtos dos bancos.

Receita extra
Uldurico Pinto cita dados que comprovam que a venda da administração das folhas salariais dos funcionários públicos aos bancos se tornou parcela significativa das receitas de muitos municípios e estados do País.

Somente as três maiores vendas individuais feitas nesse período já renderam às prefeituras de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba receita total de cerca de R$ 1,02 bilhão.

Capitais como Salvador (R$ 100 milhões) e Porto Alegre (R$ 87,3 milhões) também acertaram transações envolvendo suas folhas. E as cidades médias seguem o mesmo caminho. Jundiaí (SP) obteve R$ 25,7 milhões; Teresópolis (RJ), R$ 10 milhões, e Nova Iguaçu (RJ), R$ 28 milhões com operações desse tipo.

Transtorno para os servidores
De acordo com o deputado, já o servidor ou empregado público fica sujeito a sofrer com todos os transtornos de ter que abrir uma nova conta bancária o que, no mais das vezes, significa mais custos com taxas bancárias.

E frequentemente é obrigado a permanecer com a conta antiga, pois tem um relacionamento com o banco anterior e consome produtos do mesmo de que não lhe convém abrir mão.

Portanto, "não há razão para que a Administração usufrua do lucro com as vendas das folhas de pagamento, enquanto os servidores e empregados públicos arcam com todos os ônus das mudanças", conclui Uldurico Pinto, ao propor que o valor integral referente à venda destes "ativos" seja distribuído em partes iguais entre os titulares de tais contas.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Reportagem - Rejane Xavier
Edição - Newton Araújo


Agência Câmara
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Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br

domingo, 2 de agosto de 2009

Pesquisa eleitoral: Protógenes faz um estrago

http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=15288
7 de setembro é o Dia “D”

7 de setembro é o Dia “D”

. O Conversa Afiada – alô, alô, Juiz Ali Mazloum ! – recebeu um telefonema (que crime ! olha aí um vazamento, Supremo Presidente ! É o estado Policial em marcha !) do ínclito delegado Protógenes Queiroz.

. O ínclito delegado está para ter acesso a números de uma pesquisa eleitoral em São Paulo.

. Ele faz um estrago !

. No dia 7 de setembro, o ínclito delegado dirá se vai filiar-se a algum partido e, se filiar-se, a qual.

. Vai ser uma romaria à porta dele.

. Até o PT de São Paulo vai pedir uma mãozinha.

Paulo Henrique Amorim

137 Comentários para “Pesquisa eleitoral: Protógenes faz um estrago”

  1. Hildegardis Ferreira - Barbalha(Ce) em Seu comentário 2/agosto/2009 as 20:35

    Êiita!!! Tá chegando a hora da “Onça Beber Água”!!!!!
    E eu vou lhe dizer uma coisa!
    Esse Delegado vai fazer um estrago tão grande, nessa panela de políticos que se acham donos do poder, que eu vou ter é pena daqueles que passaram a vida mamando nas “tetas do poder”.
    E ainda tem gente apelando pra Obama, vê se tem cabimento?