| Data da Criação | 17/08/1846 |
| Instalação | 17/08/1846 |
| Variação Toponímica | Freguesia do Santo Antônio de Barbalha |
| Origem Territorial | Crato |
| Arquitetura Antiga | Engenho Tupinambá, Casarão Hotel, Casa de Câmara, Cadeia Pública. |
| História | Suas origens remontam ao início do Século XVIII, quando por doação e em favor do patrimônio religioso no qual deveria ser edificada a primitiva capela, o Capitão Francisco Magalhães Barreto de Sá e sua mulher, D. Maria Polucena de Lima, destinam o lote de terras correspondente. |
| Evolução Política | Reduto de origens feudais, cresceu e se tornou povoado, sua evolução política ocorreu da seguinte maneira: |
| Igreja | A edificação da primitiva capela, em terreno doado e localizado conforme antes foi dito, teve como precedente formal requerimento do qual foi signatário o próprio Capitão Sá Barreto e até como destinatário o Padre Visitador Manuel Antônio da Rocha. Apreciado o documento e justificada socialmente a sua procedência, houve como resposta o deferimento do qual se geraria a Provisão, datada de 16 de junho de 1778 e firmado por D. Diogo de Jesus Jardim, donde provém o suscitado objeto, nele constando como padroeiro o casamenteiro Santo Antônio. Firmado o consenso de religiosidade, veio em termos de complemento básico a criação da Freguesia, ainda subordinada à Paróquia de Missão Velha. O seu paroquiato, desvinculando-a da subordinação anterior, provém do Decreto Imperial de 23 de julho de 1862, tendo como assistente eclesial o padre Castro e Silva, em permuta com o seu colega Francisco da Costa Nogueira. No cabide das sucessões, veio em primeiro turno o padre Manuel Lemos de Aquino, seguido do padre Manuel Roberto Sobreira, empossado a 22 de maio de 1859 em cuja administração edificou-se a Igreja-Matriz dedicada à Nossa Senhora do Rosário. |
| Padroeiro | Santo Antônio. |
| Dia | 13 de junho Fonte: www.municipios-ce.com.br/ |
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
BARBALHA - Dados para Pesquisas II
BARBALHA: Historicamente contada por Napoleão Tavares Neves

-Diz – nos a Historia a mestra da vida que o Cariri foi visto pelo homem branco por volta de 1705, aproximadamente. Colonizadores, sergipanos, baianos, e portugueses aqui chegaram pelo Riacho dos Porcos e, deslumbrados, viram o Cariri panela da cachoeira de missão velha para eles deve ter sido um verdadeiro deslumbramento: muito verde, matas densas, rios cheios, fontes perenes água! Sinceramente ate tenho inveja deles por esta visão paradisíaca que infelizmente hoje não mais existe.
--Se vinham com fome fartaram se de tanta fruta a sombra de arvores seculares. Ao longe logo vislumbraram o verde azulado da chapada do Araripe, moldura da visão do Cariri. Era o paraíso encravado no sertão do nordeste um oásis de verdura, um verdadeiro pomar vigiado pelos aguerridos índios Cariris que com o desdobrar dos tempos deram nome a região.
--Ciumentos do paraíso em que moravam os índios nativos logo sentiram que os homens de pele branca vinham decididos a disputarem sua terra dadivosa e boa, tangida por uma aragem amena e refrescante. Ate então o seu cobiçado paraíso era disputado pelos seus irmãos Inhamuns e Carius, entre outros. Agora em vez de flechas, era a dureza do metal das balas dos colonizadores. Sim porque nem sempre o poder moderador dos missionários católicos era suficiente para amainar a belicosidade dos invasores sedentos de terras e de ouro. E no centro deste paraíso estava a região que seria Barbalha com o baixio do salamanca coberto de matas pouco a pouco o colonizador Souza Goulart
Começou a explorar os sítios pioneiros, lama, Brito e Salamanca.
--Quebrando a monotonia do baixio de terras planas havia uma ondulada colina onde, tempos depois foi instalada uma rústica hospedaria dirigida por uma senhora, dona Barbalha, que daria o nome da cidade que o futuro se encarregaria de trazer no bojo, mas Barbalha teria de nascer com ares de nobreza. Mem de Sá, vindo de terras férteis de Sergipe, seria no futuro o proprietário de um engenho de rapadura localizado as margens do riacho do ouro, mais ou menos onde hoje fica a praça engenheiro Doria, Francisco Magalhães Barreto e Sá ou Sá Barreto, para outros.
--No meu modesto, modo de entender, a certidão de nascimento de Barbalha é a petição de Francisco Magalhães Barreto e Sá e sua esposa Ana Polucena de Abreu e Lima, pedindo licença a igreja católica para construir uma capela em louvor de Santo Antonio, santo de sua devoção, no seu próprio sitio. Era março de 1778, Manoel Antonio da Roxa ou Rocha recebeu a petição que foi deferida pelo bispo de Pernambuco Dom Frei Diogo de Jesus Jardim, já que, aquela época, canonicamente dependia de Pernambuco.
--A dita capela fazia parte da histórica freguesia de São Jose dos Cariris Novos, ou Missão Velha. Pouco a pouco Francisco Magalhães foi erguido a capela que levou aproximadamente 10 a 12 anos para ser concluída sendo finalmente inaugurada na antevéspera de natal de 1790, pelo 4° pároco de São Jose dos Cariris Novos, Padre André da Silva.
Pois bem, em torno da capelinha primitiva, Barbalha nasceu e cresce ate hoje.
Já lá se vão 210 anos de vida antonina. Portanto mais de dois séculos! A paróquia só viria em 30 de agosto de 1876, desmembrada de São Jose dos Cariris Novos, Missão Velha. Portanto Barbalha e filha canônica de Missão Velha. E assim Barbalha vem caminhando ate este limiar do 3° milênio, com passos vagarosos, mas firmes, tendo hoje em torno de seus 55.000 habitantes no seu município com invejáveis tradições culturais.
Trecho do texto de:
Napoleão Tavares
Ano I n° 1 - Barbalha Ceara - Janeiro de 2001 - pagina 08
Fonte:www.barbalha.ce.gov.br/
Foto: Prof. Aldo Luna
BARBALHA - Dados para Pesquisas I
Dados Gerais:
CEP: 63180-000
Distância de Fortaleza: 503,4 km
Tempo estimado de viagem: 7 h 31 min
Vias de acesso: BR-116/CE-393/293
Região administrativa: 19
Localização: microrregião de Cariri
Municípios limítrofes: Crato, Jardim, Juazeiro do Norte, Missão Velha (e estado de Pernambuco)
Geografia:
Área: 479,184 km²
Latitude: 7° 18' 40''
Longitude: 39° 18' 15''
Clima: Tropical quente semi-árido brando com chuvas de janeiro a abril
Relevo: Chapada do Araripe
Vegetação: Carrasco, Floresta caducifólia espinhosa e Floresta subcaducifólia xeromorfa, Floresta subperenifólia tropical pluvionebular
Precipitação pluviométrica: 1.153 mm ( média histórica)
Recursos hídricos ( 2007): 153 poços
Demografia:
População estimada (2007): 50.386
População (2000): 47.031
População Urbana (2000): 30.669
População Rural (2000): 16.362
Densidade Demográfica (2000): 98,15 hab/km²
Taxa de urbanização (2000): 62,21%
Economia:
PIB ( 2005): R$ 204.980.000
Agropecuária: 5,19%
Indústria: 22,13%
Serviços: 72,68%
Receita Orçamentária (2007): R$ 52.369.464,38
Educação:
Taxa de alfabetização (2000): 76,1%
Taxa de escolarização no ensino fundamental (2007): 100,6%
Taxa de escolarização no ensino médio (2007): 64%
Política:
Eleitores (2006): 35.308
Perfil dos eleitores (2006):
Masculino: 16.643
Feminino: 18.605
Não informado: 60
Fonte: www.ceara.gov.br/
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Leonardo Boff em Entrevista
Caros Internautas,
Por muita das vezes deixamos um "Texto" de lado, por motivo de sua extensão, mas pederia que a entrevista abaixo não tivesse esse destino, pela simples grandeza e tamanho de suas verdades.
Hildegardis Ferreira
Segue:
Luís Amiguet
Tenho 68 anos. Sinto o peso da idade, mas também o equilíbrio e a serenidade de ter vivido. Nasci no Brasil e é com dor que vejo a morte da Amazônia e de seus filhos. Deixei o sacerdócio porque o Vaticano me exigiu não humildade, que é virtude, mas humilhação, que é pecado. Resta-me a palavra.
EFE
La Vanguardia - Padre Boff…
Leonardo Boff - Não me chame de padre que o Vaticano não gosta.
LV - Como quer que o chame?
Boff - Como quiser. Eu sou o mesmo: mudei de trincheira para continuar a mesma batalha. Deixei o ministério, mas continuei como teólogo e nunca mais voltei a ter problemas com o Vaticano.
LV - Resuma sua vida em três cenas.
Boff - Nasci no Brasil, estudei teologia no seminário e tornei-me franciscano. Fui à Alemanha estudar teologia e voltei para a Amazônia…
LV - Lá a teologia crítica alemã lhe foi útil?
Boff - Agora imaginemos a primeira cena: estamos em Manaus, capital da Amazônia, e explico a um grupo de cristãos e sacerdotes o “Jesus na visão crítica da ciência”, e vejo em seus olhos que não entendem nada. Um deles me pergunta: “Como vou anunciar esse Jesus aos indígenas que morrem nas terras dos latifundiários porque as desmatam e acabam com eles e todo o seu mundo?” Então percebo que devo ser humilde e aceitar que devo reinventar a teologia a partir deles. Na cena seguinte estou em Roma, sentado na mesma sala onde estiveram Galileu Galilei e Giordano Bruno…
LV - A das causas da inquisição.
Boff - Ali, o então cardeal Ratzinger me processa e ali sinto muito fundo a dureza vaticana e sua falta de coração. A terceira cena: estamos na Eco 92 no Rio de Janeiro e saio de um diálogo com o Dalai Lama. Aproxima-se um cardeal da Cúria Romana e me critica: “Você não aprendeu nada do silêncio necessário…” “Pode escolher: Filipinas ou Coréia.”
LV - O senhor se negou a ir?
Boff - Obedeci, mas perguntei ao cardeal se lá poderia continuar falando, escrevendo, ensinando… E ele respondeu: “Não poderá, porque lhe ordenamos ficar em silêncio em um convento”.
LV - Então o senhor se negou a obedecer.
Boff - Porque já não se tratava de humildade, que é uma virtude, mas de humilhação, que é um pecado. Um teólogo só tem a palavra para continuar vivo, e negar-se a usá-la é morrer. Então abandonei o sacerdócio.
LV - O senhor mantém um ministério universal.
Boff - Sou um cigano teológico, mas convencido de continuar defendendo minha fé, que não é a única verdade. E nisso discordo de Roma.
LV - A verdade, segundo eles, é uma só: a deles.
Boff - O Vaticano afirma que sem a Igreja não há salvação, e isso é uma arrogância medieval: o espírito de Deus está em todas as partes e Deus, olhando a humanidade, vê todos os seus filhos; não olha só para o Vaticano.
LV - Para Roma isso é relativismo moral.
Boff - Roma tem medo do presente, da diversidade: tem medo da modernidade e do futuro. E se aceitasse que a centralidade não é a Igreja, mas a humanidade inteira, poderia realmente salvar o mundo.
LV - Como?
Boff - Superando o choque de culturas causado pelo terrorismo e os fundamentalismos. Teríamos de aceitar que nenhuma igreja é portadora da única verdade; só assim poderíamos chegar à paz duradoura.
LV - Todos temos algo de verdade, mas ninguém a tem inteira.
Boff - Antonio Machado explica isso bem: “Não me dê a sua verdade; busquemos juntos a verdade e guardemos a sua e a minha”.
LV - Se a verdade é única, anda sempre armada.
Boff - O Ocidente, com sua pretensão de impor a sua, que ele acredita única, levou guerra e exploração a muitos lugares, e o sistema que impôs ameaça devastar o planeta, o lar da humanidade.
LV - A Amazônia corre perigo.
Boff - O planeta está em perigo. Lembre que “homem” vem de húmus: terra. Somos a Terra, e se a destruirmos também não sobreviveremos: o papa no Brasil deveria ter-se pronunciado pela Terra.
LV - Essa é a mensagem de são Francisco.
Boff - Por isso continuo sendo franciscano. Francisco está mais vivo que nós, apesar de ter nascido há 800 anos.
LV - É o santo ecologista.
Boff - Francisco abraçou todos os seres da terra com emoção sincera. É o santo do diálogo com todos, começando pelo Irmão Lobo, então flagelo dos homens…
LV - E hoje espécie em extinção, o pobre.
Boff - Francisco soube ver a comunidade dos seres vivos e sua união inseparável entre todos e com a Terra. Não há felicidade possível se explorarmos os humanos e outras espécies. “Adão” vem de Adana, terra boa.
LV - Mas: “Povoem a Terra e a subjuguem”.
Boff - Esse “subjuguem” foi mal traduzido; no original bíblico refere-se a cuidar dela, no sentido de cuidar de uma herança. Tratamos a Terra como se fosse uma mina de onde tirar todas as riquezas e depois abandoná-la e esquecê-la. E a Terra somos nós.
LV - Sua mensagem para a rica Espanha?
Boff - Lembrem que vocês foram pobres, e hoje 20% da humanidade se apropriam de 80% das riquezas do planeta, que deveriam ser de todos.
LV - O que fazer?
Boff - Transformemos com a paz e a palavra esse sistema que explora a nossa Terra e faz que nos exploremos entre nós.
LV - Como?
Boff - Transformemos a nós mesmos; tomemos consciência e empurremos nossos governantes com nossa pressão e nossos votos e razões para evitar o sofrimento e a exploração do resto dos homens e das espécies. Se não o fizermos, por mais que tenhamos, não teremos nada.
A “teodiversidade”
Vejo em Leonardo Boff um homem sábio e bom, porque nele se sente a bondade, e se o outro grande teólogo malvisto em Roma, Hans Küng, falou aqui desde a inteligência bondosa, Boff dirige-se agora ao coração com a bondade inteligente. Seu discurso -moderno, como franciscano- sobre a biodiversidade ameaçada e a teodiversidade necessária para evitar o choque de civilizações é humilde, sincero, sentido e necessário. Boff, mais que separado do ministério, sente-se livre da imposição de defender o indefensável e entrega-se à sua fé como teólogo livre: nenhuma igreja é dona da única verdade; todas as religiões têm algo da verdade e nenhuma a tem inteira. Por isso é uma idiotice matar e matar-se para impor a nossa.
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
Banco católico pede desculpas por investir em armas, cigarros e pílulas
Um banco católico alemão pediu desculpas por comprar ações de indústrias de armamentos, cigarro e pílulas anticoncepcionais.
Uma reportagem da revista alemã "Der Spiegel" revelou que o Pax Bank havia investido 580 mil euros (cerca de US$ 1,5 milhão) em ações da BAE Systems, empresa britânica de armamentos.
O banco também investiu 160 mil euros (cerca de R$ 425 mil) na fabricante americana de anticoncepcionais Wyeth e 870 mil euros (R$ 2,3 milhões) em empresas de cigarro.
Em nota, o Pax Bank pediu desculpas por "não manter seus padrões éticos". O banco fazia propagandas nas quais defendia fundos de investimentos "éticos", que evitavam comprar ações de empresas de armas e tabaco e outras companhias que não seguem princípios e crenças católicas.
"Nós vamos corrigir os erros imediatamente, sem consequências negativas para os nossos clientes", disse um porta-voz do banco.
"Infelizmente em algumas revisões internas estes investimentos críticos foram ignorados - nós nos arrependemos profundamente."
O porta-voz agradeceu aos jornalistas alemães por apontar os polêmicos investimentos do banco.
Servidores podem ser beneficiados com venda da folha salarial
Na avaliação do autor da proposta, a venda da administração da folha salarial dos servidores públicos tem se mostrado um bom negócio para os entes federativos de todo o País.
Nos últimos quatro anos, destaca, para obter o direito de gerenciar as contas de pagamentos dos funcionários públicos, os bancos têm promovido "intensa disputa entre si e oferecido apreciáveis quantias" aos entes federativos por esse serviço.
Tais aquisições produzem carteira de clientes atraente para qualquer instituição financeira: correntistas com emprego e renda fixa, normalmente com bom padrão aquisitivo, que podem adquirir toda uma cesta de produtos dos bancos.
Receita extra
Uldurico Pinto cita dados que comprovam que a venda da administração das folhas salariais dos funcionários públicos aos bancos se tornou parcela significativa das receitas de muitos municípios e estados do País.
Somente as três maiores vendas individuais feitas nesse período já renderam às prefeituras de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba receita total de cerca de R$ 1,02 bilhão.
Capitais como Salvador (R$ 100 milhões) e Porto Alegre (R$ 87,3 milhões) também acertaram transações envolvendo suas folhas. E as cidades médias seguem o mesmo caminho. Jundiaí (SP) obteve R$ 25,7 milhões; Teresópolis (RJ), R$ 10 milhões, e Nova Iguaçu (RJ), R$ 28 milhões com operações desse tipo.
Transtorno para os servidores
De acordo com o deputado, já o servidor ou empregado público fica sujeito a sofrer com todos os transtornos de ter que abrir uma nova conta bancária o que, no mais das vezes, significa mais custos com taxas bancárias.
E frequentemente é obrigado a permanecer com a conta antiga, pois tem um relacionamento com o banco anterior e consome produtos do mesmo de que não lhe convém abrir mão.
Portanto, "não há razão para que a Administração usufrua do lucro com as vendas das folhas de pagamento, enquanto os servidores e empregados públicos arcam com todos os ônus das mudanças", conclui Uldurico Pinto, ao propor que o valor integral referente à venda destes "ativos" seja distribuído em partes iguais entre os titulares de tais contas.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Reportagem - Rejane Xavier
Edição - Newton Araújo
Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br
domingo, 2 de agosto de 2009
Pesquisa eleitoral: Protógenes faz um estrago
. O Conversa Afiada – alô, alô, Juiz Ali Mazloum ! – recebeu um telefonema (que crime ! olha aí um vazamento, Supremo Presidente ! É o estado Policial em marcha !) do ínclito delegado Protógenes Queiroz.
. O ínclito delegado está para ter acesso a números de uma pesquisa eleitoral em São Paulo.
. Ele faz um estrago !
. No dia 7 de setembro, o ínclito delegado dirá se vai filiar-se a algum partido e, se filiar-se, a qual.
. Vai ser uma romaria à porta dele.
. Até o PT de São Paulo vai pedir uma mãozinha.
Paulo Henrique Amorim
137 Comentários para “Pesquisa eleitoral: Protógenes faz um estrago”

Êiita!!! Tá chegando a hora da “Onça Beber Água”!!!!!
E eu vou lhe dizer uma coisa!
Esse Delegado vai fazer um estrago tão grande, nessa panela de políticos que se acham donos do poder, que eu vou ter é pena daqueles que passaram a vida mamando nas “tetas do poder”.
E ainda tem gente apelando pra Obama, vê se tem cabimento?